Semana 2 de 52

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A 2ª de 52 de 2016 não começou da melhor maneira para mim, ando cansada de estar cansada…faz sentido? A mim não faz nem um bocadinho, mas a verdade é mesmo isso… é estupido eu sei mas é mesmo isso.

Acordo cansada e mesmo depois de fazer as minhas orações a quem de direito e de suplicar por dia calmo e retemperante chego a casa a noite um pouco mais exausta! Sei que ando a esticar perigosamente a corda mas também tenho consciência que neste momento não existe outra maneira.

A resolução de me manter em “dieta” livre de sapos mantém-se firme e pelo andar da carruagem vai manter-se até a 52ª de 52 de 2016, e como o ser humano é por si só um ser de hábitos cheira-me que se irá prolongar por 2017, a ver vamos como diz o cego…um dia de cada vez!

Como dizia a semana começou mal, nunca é muito agradável levarmos “patadas” de quem nos importamos mesmo que seja inconsciente da outra parte… acabamos por reformular se estaremos ou não a direccionar de forma certa o nosso tempo e energia e acaba por abalar mais do que aquilo que se pensa… é! Sem dúvida que a amargura acaba sempre por ser um cálice demasiado amargo de se saborear…mas como se costuma dizer não há mal que sempre dure e o que começou mal acabou bem… ou pelo menos acabou menos mal.

Esta semana não poderia deixar de referir a partida, demasiado cedo de dois ícones da minha juventude, até parece que sou muito velha, David Bowie e 12541005_10153183154472665_780708019966750456_nAlan Rickman.

Por um lado Bowie não me era assim tão querido, respeitava pela sua irreverência e fria sinceridade, por outro Rickman foi aquele actor que me fez amar os “maus das fitas”.

Nunca ninguém foi tão bom a fazer de mau, o típico anti-herói dos dramas policiais… recordo particularmente o Príncipe João do Robin dos Bosques que me fez sempre rir a gargalhada mais ainda que o papel que desempenhou no assalto ao Arranha-céus.

Mas mais que isso, independentemente das críticas que só é reconhecido por um papel depois de tantos inclusive videoclipes, não posso deixar de referir o Snape do Harry Potter, porque foi mais do que aquilo que imaginava enquanto lia os livros… sempre foi o meu personagem favorito confesso, mesmo antes de o ver no grande ecrã (como diziam os antigos) e quando soube que seria representado por Rickman, mais me apaixonei pela personagem… o típico antagonista… que criou um verdadeiro antagonista… perfeito! Perfeito em cada fala e em cada olhar e principalmente perfeito para nos fazer pensar que nem tudo é o que parece.

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Namasté _()_

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Posted on January 15, 2016, in Uncategorized. Bookmark the permalink. 4 Comments.

  1. Eles não morreram, só mudaram de local e deixaram-nos boas recordações. 🙂

    Um bom ano para ti, Utena. 🙂

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  2. Eu diria que o ano não está a ser grande coisa, quer pelas pessoas que partem mas especialmente pelas que cá continuam. Beijoca!

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