Life Support (não sou adepta de estrangeirismos mas aqui até que se adapta)

My PostConfesso-me observadora, vulgo cusca da vida alheia, mas não no mau sentido. Gosto de observar as pessoas, de imaginar o que existe por detrás de um sorriso, o que os leva a apressar o passo… o que respondem do outro lado do telefonema. Talvez seja este meu lado escriba…ou talvez seja uma qualquer doença mental ainda não descoberta, mas desde de que me lembro de mim como ser pensante, que é algo que gosto de fazer.

Sou daquelas que para e olha e muitas vezes nem vê o retrato que se me apresenta…estou apenas a olhar com o “olho imaginativo da mente”… com o AJÑA… e ultimamente o que vejo é que não se vive…sobrevivesse.

Em todo o lado o pensamento é sobrevivência… arrastamento da nossa vida até dois e apenas dois dos 7 dias semanais… 15 dias ou no máximo 1 mês dos 365 dias ou dos 12 meses anuais… 4 horas no máximo das 24 diárias. Por todo o lado, vivesse em função das férias, do fim-de-semana, do fim do dia… do final do mês. A própria rádio em cada interrupção da programação conta os dias de forma decrescente para liberdade efémera de um fim-de-semana bacoco e infértil.  Que tristeza.

Que tristeza viver num plano onde a felicidade de um povo está assente em miseras horas, onde a realização de um ser é nas horas que falta para o fim-de-semana… desaprendemos a viver, ironicamente aquilo que mais desejávamos… é aquilo que nos está a matar… somos sedentos de mais, mas o que procuramos não nos mata a sede.

Acordar apenas com a felicidade de acordar para mais um dia… ir para o trabalho com a alegria de que o pudemos usufruir… levar o dia com a jovialidade e a abertura do que de novo nos pode trazer e chegar ao fim do dia cientes que fizemos o nosso melhor… será assim tão dificil? E se demos o nosso melhor, porque ficar mais horas… mais tempo num local onde já não estamos a 100% ao invés de aproveitar os últimos raios de sol, nem que seja para 15 minutos de uma pausa onde nos reencontramos… respiramos… e não levamos o mau estar para junto de quem nada tem a ver com isso.

Dar e receber de forma justa… não se pode dar sem contar receber algo em troca… isso é muito bonito mas apenas é idealismo, serve para mim… que continuo a acreditar… que o passo acelerado te vai levar de encontro aos braços de quem amas e não em fuga de uma vida que não desejas…

A felicidade não está em viver, mas em saber viver. Não vive mais o que mais vive, mas o que melhor vive.
Mahatma Gandhi

Namasté _()_

 

Sobre o surrealismo!

Conversas surreais que nos apetece hibernar:
“X:Olhe a menina desculpe, mas quem é o seu vitrinista?
U: Sou eu, porque?
X:Tenho que lhe dar os parabéns, antes demais, e perguntar se vendem a decoração.
U: Por norma sim.
X: Qual é o preço do escadote/estante que tem na montra?
U: Olhe não sei, tenho de fazer a conta ao material e tempo que demorei a fazer.
X: Faça assim não me cobre a mão de obra.
U: Faço melhor, não lhe cobro o design e assim não paga 300€ ou 400€ que acha?
X: Que devia fazer as coisas como se fosse para a sua família…
…….
U: Têm a certeza?
X: Claro!
U: Ok sem contas feitas são 1500€ pela peça!
X: Desculpe?
U: E mesmo assim não paga a metade dos problemas que a família nos trás!
X:….
U: Terça-feira já lhe digo quanto custa a peça.”


Só a mim é que me aparecem estes gambuzinos luminosos!

Coisas que me irritam (parte III)

Depois da parte I e II não posso deixar de vos trazer a parte III desta já tão esquecida rubrica… confesso aqui que afinal não existem assim tantas coisas que me deixem irritada… o que acontece é que aquilo que me deixa irritada, deixa-me mesmo irritada e isso fazia parecer que era muita coisa. Não é, mas isso não significa que não descubra outras a longo prazo e se assim acontecer eu volto.

Posto isso aqui fica o terceiro capitulo de “Coisas que me irritam”, dadadaaaa (com o respectivo gingle obviamente):

extremismo1. Extremismos:
Seja de que tipo, religioso, alimentício, orientação sexual ou mesmo musical, todo e qualquer extremismo têm a capacidade de me tirar do sério. Sou a favor do livre-arbítrio e ainda me considero suficientemente livre para fazer o que me der na real gana, desde de que isso não influencie a vida de ninguém. Não impondo ideias ou ideais a ninguém também não tenho tolerância para que me sejam impostas e hoje em dia esse é o pão-nosso de cada dia. Imagens de animais estropiados apenas para fazer o nascer “vegano que existe em nós” ou de massacres religiosos para nos dar “vontades de reabrir os autos da fé” não levam a lado nenhum a não ser ofensas e violência gratuita.
Faz falta o saber estar e saber falar, a troca de ideias sem imposição, mas isso nunca vai existir e isso em parte é muitas vezes devido a 2 coisa que me irrita solenemente e que vou escrever de seguida.

Haters2. Haters (ou como eu costumo designar gente que não f@de)
Não tenho paciência a sério que não tenho, gente mesquinha que detesta porque sim é gente que literalmente não sente o sabor de um orgasmo a séculos. São eles muitas vezes os causadores de extremismos e trocas acesas de conversas. Gostam de lançar as achas com frases tipo, e depois de verem o “circo a pegar fogo” vão buscar as suas pipocas e assistem à merda que causaram. São facilmente reconhecidos pelos argumentos bacocos que de inelegantes pouco têm e de produtivos menos ainda. Se lhes perguntas para dar solução ou explicar o porquê da opinião contrária, respondem-te que não se têm de justificar pelo seu gosto.

gerundio[1]3. Gerundistas (inventei a palavra e sim estou muito satisfeita com o feito)
Os tentando, escrevendo, vendo, cagando… não tenho paciência para isso, gosto muito da língua mãe, sim passei as passas do Algarve a dizer os verbos (cantados, no meu tempo ainda era assim), mas não tenho de o usar apenas para simular inteligência. Denota mau gosto e uma incapacidade gritante de falta de sabedoria a construir uma frase. O único sitio aceitável é no Alentejo, eles ganharam o direito a usar o verbo da forma como bem entenderem… Agora de resto é só o uso idiota de um estrangeirismo que nem dessa forma deve ser considerado já que brasileiro não é língua é sotaque.

Telemóveis4. O uso excessivo do telemóvel, ou qualquer outro gaget como sinónimo de riqueza ou poder
Eu não sou hipócrita ao ponto de dizer que eles não nos dão jeito, até porque eu faço tudo com o meu, desde de ir ao banco a responder a e-mails, mas não faço questão de andar com eles 24 horas por dia ou de os exibir como um qualquer sinónimo de conta recheada no banco. E sejamos sinceros falar ao auricular ou em alta voz enquanto caminhamos e em voz sonante dizemos o negócio de milhões que estamos a preparar não é só estúpido é parolo (as minhas desculpas aos parolos que esses sim têm dinheiro).
Se juntarmos a isso o facto de os pagarem a prestações, enquanto vivem de rendimentos, ou reclamam do preço dos livros da escola dos miúdos (que estão pelo preço da morte, mas têm de haver prioridades), é caso de internamento. Parem 5s, não é preciso mais, e avaliem a sociedade ao vosso redor,não há convívio há feeds… e não vivemos mais em sociedade… navegamos… e isso é tão triste.

Julgar pela aparencia5. Julgar o livro pela capa
Essa talvez seja aquela que mais me irrita, o julgamento precipitado do outro… pela forma como te vestes, pelo que ouves, onde trabalhas… nessa caso eu posso falar por mim… as inúmeras vezes que já ouvi… “ninguém diria, a trabalhar atrás de um balcão e os conhecimentos que tem” como se isso fosse sinónimo de burrice. Se soubessem os conhecimentos, as risadas, as partilhas que perdem por se afastaram dos outros que não “cruzam com os vossos padrões” não seriam tão rápidos em julgamento e teriam tanto mas tanto a ganhar.

E pronto fim da rubrica… caso se justifique volto com a IV parte de “Coisas que me irritam” (isto dito com voz sonante por favor)… dadadaaaaaa.

Namasté _()_

Igualdade sim… sermos todos iguais é que já não!

clones-cloned-ss-1920-800x532Confesso que não sou muito de modas, cansa-me as tendências impostas, as mentalidades implantadas… as ideias pré-concebidas.

Gosto dos livre pensadores, daqueles que incomodam porque são diferentes, porque pensam diferente… porque não se deixam levar pela massa. Com isso não quero dizer que gosto daqueles que não gostam só porque sim, que não seguem porque querem “ser diferentes” mas depois não te sabem dizer o porquê de não gostar ou não seguir… esses para mim são os “porque”… os “porque sim” ou “porque não”… Não! Eu gosto daqueles que dizem gostar ou não gostar com contexto e com explicação cientifica descrita em papeis de 25 linhas.

Gosto de debates, de conversas… de começar a falar no porque de se gostar de doce de amora e acabar na teoria cientifica dos portais do sobre-mundo… já reparam como é raro hoje as conversas… sinto falta das conversas, mesmo daquelas disparatadas que não nos levam a nada… hoje em dia não se fala… não se pensa… segue-se!

Estou literalmente cansada das modas… das modas que não levam a nada… a moda das tatuagens… ou como eu gosto de chamar os carimbos… as patas… a linha da vida… os espanta espíritos… as borboletas… a falta de sentido que existe naquilo que deveria ser uma obra de arte para a vida… mas que depois ou são apagadas ou substituídas, e que depois em ambos os casos fica uma cagada…porque não paraste 5s e pensaste se era mesmo isso que querias fazer… eu tenho duas… pensadas…ponderadas… não as fiz para serem bonitas, mas porque respeito uma arte secular com sentido…

As modas da roupa… a clonagem da juventude… ou te vestes como todos ou és literalmente colocado de lado e isso num século onde obrigatoriamente te tens de sentir aceite ou então não és ninguém.

A moda irritante da protecção dos animais e irritante porque? Porque já há muito tempo que se os tenta ajudar… mas antigamente não era moda era altruísmo, hoje? É uma put@ de uma moda onde se mede o ego como os putos medem as pilas nos balneários, e no final sofrem sempre os mesmos…  pagam sempre os mesmos… são sempre os mesmos os esquecidos.

No fundo irrita-me a falta do livre pensamento, da vontade própria… a ausência do fanatismo… a constante guerra de imagens que nos violam a retina… irrita-me a falta de tempo… a pouca vontade… tenho saudades das conversa a volta da fogueira… do tempo onde se perdia tempo a explicar algo e onde a diferença não era vista como rebeldia mas como carácter.

Descobrir consiste em olhar para o que todo mundo está a ver e pensar uma coisa diferente.
Roger Von Oech

Namasté _()_

 

Objecção de consciência ou falta de responsabilidade?

pinup1Não, não sou daquelas que acha que as mulheres, para serem mulheres têm de ter filhos, da mesma maneira que não acho que um homem para ser homem tem de ir a tropa.

Uma coisa não implica a outra, mas também não sou contra a ida à tropa… não acho que isso incite a parte agressiva da testosterona masculina, nem acho que faz com que as mulheres virem machonas… é o que é.

Tenho visto a polémica ser instaurada nas redes sociais nos passados dias… “a ida a tropa passa a ser obrigatória”… como se de um momento para o outro tivesse sido anunciada a 3ª guerra mundial… mas só de opiniões… acho que a malta hoje em dia assanhasse por tudo e por nada.

Li as opiniões contra e a favor…concordei com umas, fiquei de queixo caído com outras e no resumo? Cheguei a conclusão que ou as pessoas não entendem o significado de ir à tropa ou gostam mesmo é de fazer tempestades em copos de água… dos pequenos… aqueles de licor…

Sou a favor de ir à tropa, não apenas os homens, mas em ambos os sexos… sou a favor da igualdade, do sistema de valores, da aprendizagem pelo trabalho de equipa. Sou a favor de se saber na pele qual o significado de sacrifício, de os jovens se capacitarem que o lema de “um por todos e todos por um” não é apenas uma frase escrita por Alexandre Dumas, de aprenderem o sentido de camaradagem…

E acreditem que sou contra a guerra, contra conflitos armados, mas dizer que a ida obrigatória à tropa implica uma guerra, perdoem-me é só estúpido. Não são os tropas que fazem as guerras, são os dirigentes… os presidentes dentro dos seus escritórios com comodidades e ar condicionado que accionam interesses e usam a seu bel-prazer da vida de homens e mulheres que tem na mente apenas a protecção da pátria e dos seus compatriotas…

Faz falta a um país a protecção das forças armadas, terrestres, áreas ou marítimas… são eles e não os políticos que defendem as fronteiras, as pessoas… os bens… os direitos. São eles que mesmo contra os conflitos armados, a favor da paz, entregam a sua vida para que possamos viver em liberdade… e são estes homens e mulheres que estão dispostos a ensinar a geração futura este tipo de valores… por isso antes de os criticarem… de os acusarem… lembrem-se que acima de tudo são eles que estão dispostos a largar tudo, para defender aquilo que dão por certo, mas que na realidade é tão efémero… a nossa liberdade.

Namasté _()_

 

 

 

Um brinde…

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Dizem que hoje é dia dos amigos, eu digo que hoje em dia é raro os teres na tua vida… mas como os inimigos são apenas amigos em construção, eu digo… um brinde a todos vocês que existem na minha vida, aos amigos pelo que são… aos inimigos por aquilo que me fazer ser, e aos que não são nada a não ser seres abjectos que nos querem mal… principalmente a vocês que me fazem crescer e ser melhor a cada dia que passa… txim…txim…

Namasté _()_

Séc XXI será mesmo?

My Post (4)Teorias onde se tenta provar que a terra é plana, boicote a vacinação, campos que atestam ter a cura para a homossexualidade, juras a pé juntos que o problema do aquecimento global é apenas e só uma cabala de interesses e não a realidade. O continuo abandono e maus tratos aos animais… a defesa de que barbáries como a tourada são tradição e cultura. A continua superstição que os gatos pretos dão azar… o uso indevido por pura maldade destes maravilhosos animais em dia como o de hoje.

Uff sinceramente não sei se ainda estamos em pleno séc XXI ou se entramos num qualquer plano alternativo de retrograda mentalidade. O que sei e isso com a certeza que me assiste é que estou muito… mas muito farta da raça humana!

Namasté _()_

Pondero se mudei ou se estou simplesmente cansada.

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É engraçado como vamos mudando ao longo das areias do tempo, verdades absolutas de ontem passam a ser meias verdades amanhã. Acho que faz parte da evolução de um ser, seja ele humano ou não. Claro que existe quem é atrito a mudança, a mudança assusta, amedronta… mas faz tanta falta como faz o ar para os pulmões.

Defeitos e receios tenho bastantes, alguns foram-se perdendo, outros aprimorando e uns quantos adquiridos, mas da mudança nunca tive, sempre a abracei com gosto. “Muda nem que seja para pior” sempre foi o meu lema, abraço a mudança como se de uma velha conhecida se tratasse.

De vez em quando apercebo-me que mudei, ou evolui como gosto de pensar, de uma forma bastante exponencial, e ontem foi um desses dias. Eu sou uma pessoa controversa, modéstia a parte, sou aguerrida na defesa das minhas ideias, gosto de uma boa discussão, sabendo ouvir e sabendo fazer-se ouvir, aprendesse muito numa troca de ideias, mas também já fui de ferver em pouca água, de me irritar e julgar os outros sem perder tempo para tentar entender o porquê das suas atitudes ou frases… confesso que sempre me achei dona da verdade, sou sagitário… e nesse campo o signo encaixa na perfeição.

Mas hoje em dia afligi-me a facilidade com que a informação está disponível e a maior facilidade com que é deturpada… num tempo onde somos invadidos diariamente com a “lei de protecção de dados” (boas merdas isso aí) a facilidade com que perdes a tua identidade e a tua privacidade é assustadora. As pessoas escondem-se atrás de um computador e invadem o teu espaço, como se tivessem direito a isso, mas mais assustador é as pessoas acharem que lá porque entreabres a porta lhes dás o direito de a escancarar. E quando isso é usado pelos “jornalistas” deste país mais assustador é.

Ontem li esta frase do Salvador Sobral “ Não penso fazer campanha para incentivar a doação de órgãos” ao que o “jornalista” (entre aspas porque o tipo é tudo menos profissional) acrescenta “ou seja, eu já me safei agora os outros que se amanhem” em primeiro lugar a ideia que todos podem ser jornalistas ou comediantes é só parva, o tipo não só passou os limites do absurdo como deveria ponderar seriamente uma licença sabática, em segundo lugar e lendo os comentários que se associavam à imagem dei por mim a pensar que provavelmente eu seria uma da fila da frente a criticar o Salvador. Hoje em dia já assim não foi… li os comentários, abri a imagem e cheguei obviamente à conclusão que a mesma pertencia ao pedaço de merda que é o CM e acabei por  questionei-me sobre isto:

Quem foi que deu o direito a esta gente de usar frases, retiradas de uma forma porca, do contexto de outra frase, para destruir a imagem de outrem? E quem somos nós para promulgar essa violação deliberada com partilhas virais… dar tempo de antena a esta espécie de insectos rastejantes e imundos?

Liberdade de expressão… viva… mas só se ela for igual a tua porque se não és um FDP ingrato, não tens direito as tuas ideias ou a tua forma de ver a vida. Sim mas eu posso chamar-te nomes ou perturbar o teu direito de expressão… impressionante como a realidade consegue ser ajustada ao que nos dá interesse, não é?

Mas mais que isso, a minha vitória pessoal foi saber que não estou já nessa lista, que consigo ponderar o suficiente e afastar-me q.b. para pensar que talvez, só talvez as coisas não sejam assim como se mostram… porque na realidade, a realidade tem 3 vertentes:

“Aquilo que mostras, aquilo que vêm… e o que realmente é”. Pensem nisso!

Namasté _()_

Sunshine Blogger Award

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Tenho andado tão sossegada no mundo “blogueiro” que é com surpresa que me vejo nomeada para o Sunshine Blogger Award. Não posso deixar de agradecer à miúda gira das Coisas de Feltro pela lembrança, respondo com todo o carinho obviamente.

Então vamos lá a isso:
Regras
1. Agradecer à/ao blogger que nomeou (já está feitinho aí acima)
2. Responder às 11 questões feitas
3. Nomear 11 bloggers e fazer 11 perguntas (Não sei se tenho 11 bloggers para fazer as perguntas mas vou tentar)
4. Colocar as regras e o logótipo no post

1. Pensa num dia em grande. O que não poderia faltar?
Um dia em grande para mim é qualquer um, mas se for assim especial não pode faltar do meu lado, o meu marido ou a minha família e a minha máquina fotográfica. Gosto de partir à aventura, sem destino e captar as coisas que mexem comigo de alguma maneira.

2. Quando estás deprimida, o que te anima?
Um bom livro na mão, uma boa música nos ouvidos e uma vista para o mar. Deixem-me por lá umas horas e volto nova.

3. Se tivesses de cantar em público, qual seria o tema e porquê?
Ui, eu e o público… muito dificilmente aconteceria, mas num qualquer mundo paralelo teria de ser a música de Jason Mraz – i won’t give up. Porque é assim mesmo que sou, não reconheço a palavra desistir.

4. Oferecem-te uma viagem. Tens que partir amanhã e podes estar 5 dias fora. Onde vais e como?
Ui só um local? Ia até Florença, de avião obviamente e apenas com a máquina e a mochila!

5. Tropeças e cais na rua. Olham todos para ti. O que fazes?
Levanto-me, mas isso apenas quando parasse de rir. É que levantar enquanto te estás a rir a gargalhada não é fácil.

6. Conversam em grupo e alguém mente descaradamente. Qual a tua reacção?
Apenas e só uma. Rio-me sarcasticamente e chamo a pessoa a parte para lhe perguntar se desfaz ele o “erro” ou se o faço eu.

7. Qual o último filme que viste?
Oblivion de Joseph Kosinski

8. E o último concerto ao vivo?
Aerosmith no Altice Arena

9. Alguma vez tiveste um ataque de riso onde e quando menos se esperava?
Os meus ataques de riso, acontecem sempre onde não devem, por isso sim é recorrente acontecer.

10. Tens alguma aversão?
A mentira. Pior ainda quando são as piedosas

11. Uma receita culinária que não falha numa urgência, se aparece alguém assim de repente:
O meu esparguete a bolonhesa, fácil rápido e toda a gente que o come adora. Como sobremesa a minha mousse de chocolate com café. São pratos ganhos.

Vamos lá a parte dificil de nomear:
O estranho mundo de Dom
Pseudoblog
Divas em Apuros
Olhares que se querem lúcidos
Just a Lady
Ficamos por aqui, peço desculpa mas ando mesmo afastada dos vossos cantinhos

Quanto as minhas perguntas aqui ficam elas:
Qual é a primeira coisa que fazes ao acordar
Praia ou campo
Se pudesse viver noutra época qual seria
Se tivesses de escolher apenas um livro e um CD para o resto da tua vida qual seria
Um destino para viajares
Uma comida que nunca dispensas
Um estranho na rua pede-te um abraço. O que fazes
Estação do ano que mais gostas
O mais bonito piropo que já recebeste
Desporto favorito
Se encontrasses o teu futuro eu, que conselhos lhe darias

E pronto é isto. Fico a aguardar as vossas respostas.

Certas coisas que me fazem pensar…

34672373_10155603382122371_3804750062525874176_nTodos temos direito a reivindicar, a reclamar, a manifestar… a vociferar alto e bom som aquilo que nos irrita, nos magoa, nos transtorna… sim… eu sou das que reclama até ficar com a voz a doer, enquanto a vou fazendo subir tons e tons acima do que me é natural usar… quando discuto de forma amigável elevo a voz… se me chega a mostarda ao nariz baixo… gosto que a pessoa que me esteja a irritar se chegue a mim, mas isso são outros 500…

Eu sou das que sente e defende que todos temos de ter o nosso ponto de vista e que devemos defender, com argumentos, com conta peso e medida e nunca, e o nunca aqui é e deve ser usado, nunca com extremismos.

Desde de que me conheço por gente que não suporto extremismos, sejam eles de que estilo sejam… não consigo sequer coexistir com gente extremista… e atenção que o extremista não é apenas aquele que ata 2kg de bombas ao peito e se explode no meio de uma população indefesa, é também aquele que bate no peito quando defende a “bondade” da sua religião (como se qualquer religião não tivesse requisitos de malvadez), é aquele que se espuma quando defende o seu clube, aquele que vai para um comício bater em quem não apoia o seu partido, os que obrigam todos a ver animais decepados para defender o ponto de vista vegano e os que nos obrigam a ver os mesmos cozinhados para defender o seu lado carnívoro… são os LGBT com o circo montado nas suas paradas, como se isso os fizessem ser mais aceites e menos humilhados (continuamos tão evoluídos na forma de aceitar os outros que até me dá vómitos)… são os que inundam as redes sociais dos abates aos golfinhos no Japão… imagens de ódios e matança e acusações que originam mais ódios, mais apontar de dedos… mais raiva… seja ela causada pelos maus tratos (animais ou não), cor politica, clubista ou religião ou orientação sexual… fdx hoje em dia é tão normal não concordar por não concordar, está tão na moda as acusações extremas e radicais, que até podia ser pelo facto de se gostar do café curto ou longo.

O plano astral acaba por ser um espelho tão fidedigno do plano corpóreo que nos encontramos e o nosso está tão aflitivamente desorientado, que se sente sem ser preciso grande esforço o desequilibro assustador que existe.

Não estou a dizer que devemos ser todos paz e amor… mas sinceramente? Faz falta largar este circo onde nos vemos metidos todo o santo dia e respirar um pouco… fumar umas cenas fixes (mal não faz e pelo menos sempre nos faz ficar mais bem dispostos já que andamos todos um bocado insuportáveis) e deixar de radicalizar tudo… de levar as coisas tão a ferro e fogo.

A sério que se querem matar por opiniões divergentes? Que interessa quem ganha o campeonato? Isso dá o que comer? A preocuparem-se, preocupem-se com quem nos governa, reivindiquem aí, mostrem o vosso poder de povo… o poder que coloca lá quem queremos na cadeira mas que o tiramos de lá se assim entendermos, não somos nós que temos de ter medo deles, são eles que nos têm de temer, mas sem ladrar muito… quando assim for… mordam!

O que vos interessa de quem gosta de quem? Se eu gosto de mulheres ou de homens ou dos dois? Se vos respeito não deveria ser o suficiente? Querem acabar com o abandono? Exijam soluções, façam voluntariado num canil, contribuam com a alma, não com o teclado… dói ver os animais a ser chacinados, usados como cobaias? Não contribuam para isso… sem procura não há oferta… usem aquilo que demoram tantos milhares de anos a conseguir o raciocino lógico e ponderado… metam no cú os discursos inflamados que não leva a nada… e aqui contra mim falo.

E reivindicam em manifestações mas façam-no com coração… com vontade… com entrega e principalmente com intenção… vistam-se de branco dos pés a cabeça e juntem-se sem fazer barulho… invadam as ruas assim e no fim… digam-me se a reacção não será maior… mais realista.

Existe no silêncio uma tão profunda sabedoria que as vezes ela se transforma na mais perfeita resposta
Fernando Pessoa

Namasté _()_

OMNIA IN UNUM

Trilhos definidos em horizontes indeterminados

loudness

magazine

Pseudo

Para o que der e vier!

O estranho mundo de Dom

...um mundo igual a tantos outros ... ou não !

Divas em Apuros

Um espaço de convívio para verdadeiras Divas.